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18.3.11

Torcer para um time de Futebol é errado?

Há pessoas que respondem a pergunta com brincadeiras:
"Depende... o meu time é o Flamengo, Fluminense etc..."
A Bíblia fala algo sobre o assunto? E como posso saber se é certo ou errado?


9.8.10

O Código da Farça!

Sabemos que esse assunto nem está muito em pauta atualmente, mas esse é o melhor power point que achamos sobre o assunto. Se há alguma dúvida, com ele certamente não haverá mais!


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No sábado, sexo é pecado?

Estamos postando esse artigo pois muitos jovens tem essa dúvida e acabam nos perguntando, sabemos que é um assunto mais para casais, mas também sabemos que ele será muito útil.
Uma pergunta que sempre é feita por ocasião dos encontros de casais e cursos para noivos da Igreja Adventista do Sétimo Dia é a seguinte: “Relação sexual, durante as horas do Sábado, é pecado?” As respostas se dividem: Alguns respondem sim; outros não.
Vários fatores levam uma pessoa a posicionar-se diante do assunto: Sua formação cultural, religiosa, familiar e concepções pessoais sobre o Sábado, sexo e casamento.

Conhecendo a Situação

É importante lembrar que a teologia do período pós-apostólico foi influenciada por correntes filosóficas como o Gnosticismo, que com seu dualismo entre matéria, essencialmente má, e espírito, essencialmente bom, gerou dois tipos de comportamentos:

Liberalismo – Doutrina que se baseia na liberdade inconsequente para desfrutar os prazeres da carne. Seus praticantes entregavam-se ao vicio e à imoralidade. Este comportamento liberal é completamente desaprovado pela ética cristã como se observa em toda a Bíblia.

Ascetismo – Doutrina moral que se baseia no desprezo do corpo e das sensações físicas de prazer. Seus praticantes chegavam a proibir o casamento e possuíam conceitos negativos sobre o sexo. Por sua vez, em sua época Paulo condenou uma heresia que proibia o casamento (1Tm 4:3).

Interessante atentar para o fato de que muitos dos chamados Pais da Igreja defendiam o celibato. Dentre eles: São Jerônimo, Tertuliano, Santo Agostinho. E ao que tudo indica, Santo Agostinho foi o que mais influenciou o pensamento católico. Ele cria que o celibato é superior ao casamento; e que sexo no casamento somente para procriação. E, ele foi além. Se o casamento é sacramento, então o sexo é pecado venial. Segundo o Novo Dicionário Aurélio, o pecado venial é aquele “que enfraquece a graça sem a destruir”. Diríamos que seria um pecado que Deus consentiria.

O ponto de vista de Agostinho em relação ao sexo tornou-se dominante na Igreja Medieval, e foi aceito por São Tomás no século XIII. Dessa forma, tornou-se a palavra autorizada para o catolicismo posterior, como testemunharam o Concílio de Trento e os pronunciamentos dos papas mais recentes. (E. C. Gardner, Fé Bíblica e Ética Social p. 257 e 258). Por outro lado existe o pensamento hedonista de que o sexo deve ser praticado apenas para o prazer.

Esses pensamentos equivocados geraram visões distorcidas do sexo, que não correspondem à Bíblia.

O Sexo na Bíblia

Na Bíblia, o sexo é apresentado como algo bom, dádiva do Criador para o casamento com propósitos de procriação e prazer (Gn 1:27,28; Pv 5:18-19; Mt 19:16). No entanto, há algo mais nas Escrituras que merece ser estudado.

O símbolo de uma experiência maior

Em Ef 5:23 a 32, Paulo estabelece um paralelo entre o casamento humano e a união de Cristo com Sua igreja. Este simbolismo tem suas raízes no Antigo Testamento. Esta analogia evidencia por implicação que o sexo dentro do casamento não é pecado.

A relação sexual praticada por um casal que se ama é plena de significado bíblico. É o clímax de uma união física, mental e espiritual abençoada pelo Criador. Pois, este ato torna os dois “uma só carne”. Não há dicotomia entre o corpo e a alma. Não há separação entre tal unidade e santidade. Por isso, o apóstolo Paulo disse: “O matrimônio seja honrado por todos, e o leito conjugal, sem mancha…” – Hb 13:4. A palavra para “leito” aqui usada é “koite”, que significa “coabitar”. Portanto, sexo no casamento é considerado santo e a expressão maior de uma união conjugal. Se crermos assim e o considerarmos bom e santo, provavelmente, não haverá problemas em nos relacionar dessa forma no sábado.

Além disso, no pensamento hebraico o Sábado devia ser usado como um tempo para os cônjuges renovarem seus votos de fidelidade e íntima comunhão. O Dr. Samuele Bacchiochi em seu livro Divine Rest For Human Restlessness, p. 294 menciona uma prática judaica que nos ajuda a entender esta concepção: “Samuel M. Segal explica que ‘segundo a lei judaica, todo homem deveria ter relações maritais pelo menos uma vez por semana, preferivelmente na sexta-feira à noite. Desde que o Cântico dos Cânticos fala do amor entre homem e mulher, o homem precisa lê-lo ao entrar no Sábado para criar uma atmosfera de amor e afeição. E por essa razão, também, na sexta-feira à noite, durante a refeição, o homem recita o último capitulo de Provérbios no qual se enaltece a mulher virtuosa’ (The Sabbath Book, 1942 p. 17)”.

Conclusão

Não pretendemos dogmatizar, mas apresentar um ponto de vista com respaldo teológico e bíblico. Todavia, existem outros pontos de vista que devem ser respeitados. Vale lembrar que a Bíblia não é normativa quanto a esta questão. Ela apenas nos fornece elementos necessários para dizermos que a relação sexual no casamento, conforme Hb 13:4, não é pecado. E, que este ato não é somente fisiológico-hedonista, nem somente para procriação. Mas um procedimento que envolve três aspectos distintos, mas inseparáveis: físico, mental e espiritual; é uma unidade. Com base nisso pode-se fazer uma ligação entre o sábado e a manifestação maior do amor conjugal. Contudo, é importante ressaltar que algumas pessoas não se sentem à vontade para praticar este ato durante as horas sabáticas. Elas devem ser respeitadas. Afinal a semana tem outros seis dias. O que não se pode é declarar que sexo no sábado é pecado baseado em conceitos pessoais.

Bibliografia

1) Bachiocchi, Samuele. Divine Rest for Human Restlessnes,Edição do autor – Berrien Springs. Michigan 49-103, USA
2) Gardner, E. C.. Fé Bíblica e Ética Social – Juerp, RJ
3) Lahye, Tim e Berverly. O Ato Conjugal, Editora Betânia, Venda Nova – MG
4) Lawe, Frank e Stephan Olford – A Santidade do Sexo, Editora Fiel, São Paulo, SP
5) Francis Nichol, Ed, The Seventh-Day Adventist Bible Comentary, Vols. I e VIII
6) Charles Wittschiebe, God Invented Sex, Review and Herald Publishing Association, Nashville, Tennessee.
7) Kubo, Sakae. Theology Ethics of Sex, Review and Herald Publishing Association, Nashville, Tennessee – Washington – DC
Autor: Pr. Moisés Mattos



3.3.10

Perguntas sobre o Dízimo (PPS)

Power pointe preparado pela UCB para responder várias dúvidas sobre o dízimo.


Contém as sequintes perguntas e respostas:

1. O Dízimo pode ser usado para atender os gastos da igreja?
2. O dízimo pode ser usado para atender despesas de escolas ou assalariar colportores?
3. Os pobres da igreja podem ser atendidos com o dízimo?
4. Podemos usar os dízimos para ajudar estudantes pobres dos nossos colégios?
5. Devolver o dízimo é um ato de adoração?
6. Há alguma diferença entre admitir e demonstrar que Deus é dono de tudo?
7. Por que se usa a expressão “Roubar a Deus” para referir-se ao ato de não dizimar?
8. Qual a diferença existente entre dízimo e oferta?
9. Por que o dízimo é visto como um mandamento se não está contido no decálogo?
10. É justo que um pobre dê dízimos de suas pequenas entradas?
11. O dízimo deve ser calculado de forma exata ou pode ser um valor aproximado?
12. Herança, presentes ou dinheiro achado devem ser dizimados? 13. É correto descontar impostos antes de calcular o dízimo?
14. Deve-se dizimar o dinheiro que se tem recebido como empréstimo?
15. Deve-se dizimar ganhos da venda de um imóvel comprado com dinheiro dizimado?
16. O filho que é dependente, financeiramente, dos pais deve dizimar?
17. A mensalidade que os esposos dão às esposas deve ser dizimada?
18. O que a pessoa deverá fazer diante da consciência, que por descuido ou infidelidade, deixou de dizimar?
19. Que princípio devo usar ao dizimar, se não tenho certeza do lucro exato obtido?
20. Como dizimar?
21. Não sinto a alegria que as outras pessoas sentem ao dizimar. Porque dizimar é tão difícil para mim?
22. Como deve dizimar aquele que se dedica a atividades agropecuárias ou similares?
23. Como um comerciante deve dizimar?
24. Poderia apresentar um exemplo concreto sobre a maneira em que arrendadores, agricultores ou comerciantes devolvem periodicamente o dízimo?
25. Como proceder para devolver o dízimo quando não se pode calcular exatamente os ganhos mensais, como no caso de comerciante ambulante?
26. Como deveria dizimar um industrial que comprou maquinarias com um empréstimo bancário?
27. Deveria ensinar-se às crianças a dizimar seus escassos recursos?
28. É correto devolver o dízimo de uma só vez no final do ano?
29. Devo devolver meu dízimo na Igreja onde sou membro?
30. Necessito devolver o dízimo ainda que não assista regularmente à igreja?
31. Eu posso administrar o dízimo em vez de levá-lo à igreja?
32. Posso reter os dízimos se não concordo com a maneira como ele é usado?
33. Devo dizimar, apesar de minhas dívidas?
34. Devo dizimar, mesmo ganhando o insuficiente para atender as minhas necessidades?
35. Deveria Dizimar quando minha primeira obrigação é para com a minha família?
36. Tenho razões particulares para não dizimar. Certamente não se espera que eu dizime, não é verdade?
37. Uma vida de oração substitui a devolução dos dízimos?
38. Alguém que não seja fiel nos dízimos pode ser oficial da igreja?
39. Quem são os responsáveis na igreja por incentivar a fidelidade na devolução do dízimo?
40. Para que se destinam os 10% de dízimos que cada organização recebe e envia à organização superior?
41. Como se usa o dízimo que recebe o Campo local (Associação / missão), em que porcentagem?
42. Pode dedicar-se um templo construído com dízimos?



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8.9.09

Como será a perseguição?

Respostas a suas Duvidas


O pastor Erton Kohler, presidente da Igreja Adventista na América do Sul, de maneira direta, sem rodeios, responde aos internautas sobre assuntos polêmicos em vídeos esclarecedores. O tema é sobre a perseguição.

Gostou? Baixe o video!


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Dança na Igreja (Video com Pr. Erton)

Respostas a suas Duvidas

O pastor Erton Kohler, presidente da Igreja Adventista na América do Sul, de maneira direta, sem rodeios, responde aos internautas sobre assuntos polêmicos em vídeos esclarecedores.

O tema é dança.


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Mandamais

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Seria errado bater palmas na igreja?

Respostas a suas duvidas

Para responder a esta pergunta precisaríamos conhecer todas as razões que levam as pessoas a bater palmas num culto de adoração. Isso é impossível, mas podemos destacar, de forma geral, pelo menos dois tipos de palmas que acontecem na igreja.

Primeiro vamos falar daquela palma que acompanha o ritmo da música. É claro que, como tudo na vida, este acompanhamento musical vindo da parte do adorador, pode ficar exageradamente extravagante e prejudicial. Mas por outro lado, o louvor quadrado, formal e frio, é tão extremadamente prejudicial. É muito importante que o adorador se envolva no louvor, com todo o ser, inclusive, com o corpo. Pois cremos que somos um ser indivisível, que é constituído física, mental e espiritualmente, certo? Então, o corpo faz parte do ser, certo? Se não o fizesse não poderíamos usar a boca pra louvar, porque ela faz parte do corpo. Então veja, que é necessário equilíbrio. E com equilíbrio, é obvio que o louvor acompanhado das palmas alcança muito melhor o seu objetivo de envolver a todos. Nesse equilíbrio, precisamos lembrar que o ritmo nunca deve ser mais enfatizado do que a letra e a mensagem da música. Onde a mensagem é valorizada, os crentes desejarão eliminar qualquer ruído que os impeça de se concentrar na Palavra de Deus. Nas Escrituras, até os elementos da Natureza são chamados a bater palmas (Isaías 55:12; Salmo 98:8 e 9). E a própria Bíblia nos recomenda a cantar a Deus com palmas: “Batam palmas, vocês, todos os povos; aclamem a Deus com cantos de alegria. Pois o SENHOR Altíssimo é temível, é o grande Rei sobre toda a terra!” - Salmo 47:1-2.

Agora, existem também aplausos, que se faz a alguém. Nesse caso, também há o risco de haver o desequilíbrio. E o desequilíbrio se dá no exagero, na falta de etiqueta, na descompostura e na exaltação do ser humano acima de Deus. Pode ser que um público bata palmas para um cantor, um pastor, ou qualquer outro ministro, simplesmente “dizendo”, com suas palmas, o seguinte: “Louvado seja Deus, irmão, pelo seu talento! Parabéns por deixar Deus usar a você. Estamos agradecidos por enlevar-nos com seu ministério. Continue se dedicando ao Senhor, que nós continuaremos a lhe apoiar”. Tal aplauso seria um tipo de um “grande ‘amém’”. Ou, pode ser que, enquanto estiverem batendo palmas para um ministro, os adoradores estejam idolatrando-o e esquecendo-se de Deus. Isso é muito subjetivo e difícil de julgar. Mas o povo precisa ser educado quanto a isto. O diálogo é sempre melhor do que a inibição. Dentro do equilíbrio, os aplausos de um público para uma pessoa também são bíblicos. II Reis 11:12 diz que as pessoas “aplaudiram” durante as cerimônias de coroação do rei Joás.

Existem aqueles que se escandalizam com as palmas rítmicas ou os aplausos dentro da igreja. Eles alegam:
a)Que existem poucas passagens que falem sobre o “bater palmas”;
b) Desordem no culto;
c) Exaltação do ser humano acima de Deus, o que desonra o Senhor.
Quanto ao primeiro item, os críticos precisam levar em consideração, que, embora haja poucas passagens que falem sobre bater palmas, não existe uma única passagem bíblica sequer que condene o ato de bater palmas. Isto deixa a crítica em pior situação do que a prática. Quanto aos dois últimos argumentos, podemos claramente perceber que eles se referem muito mais ao desequilíbrio do que a uma prática equilibrada e sadia. No entanto, embora devamos respeitar a esses críticos como pessoas, devemos dialogar e crescer no entendimento de um louvor mais amplo.

Assim como outros elementos de expressão, como a linguagem falada e a música, bater palmas é também uma questão cultural. A igreja deve usar as melhores formas de expressão existentes em sua cultura que levem a maioria a adorar. Se a maior parte dos membros louva, adora, reconhece e interage melhor com as palmas, que as palmas sejam usadas com equilíbrio, para a honra e glória de Deus. Que o povo seja educado a compreender tudo o que isso envolve. Em muitos lugares do mundo nossa igreja tem esse costume. Mas, por outro lado, se a maioria das pessoas ainda não consegue se sentir bem com a presença das palmas no serviço de adoração, não compensa usar ali um elemento que não edificará os crentes. Nem tudo o que é lícito é conveniente (1Coríntios 6:12; 10:23), pois o objetivo de uma reunião de crentes é adorar, e não escandalizar. Todavia não podemos olvidar o fato de que muitas de nossas igrejas perdem muito, por não conseguirem alcançar, viver e praticar esse equilíbrio necessário no louvor. “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa [batam palmas ou deixem de bater], façam tudo para a glória de Deus” – 1Coríntios 10:31.

21.8.09

Tatuagens e piercings

Será que é errado colocarmos piercings ou fazermos tatuagem?
A gente pergunta e a Bíblia responde!

Fonte: Blog tinguiteen.com

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Torcer para um time de Futebol é errado?

Tem muita gente que responde a pergunta com a brincadeira: "Depende para qual time!"
Mas a Bíblia fala algo sobre o assunto? Como posso saber se é certo ou errado?

Fonte: Blog tinguiteen.com

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